Rússia diz estar preocupado com pestes do Brasil

Rússia ameaça banir entrada de soja brasileira



O Serviço Federal de Vigilância Fitossanitária e Veterinária da Rússia (RosSelkhozNadzor) afirma estar preocupado com o grande número de navios de soja oriundos do Brasil contendo pestes agrícolas e que podem ser considerados perigosos e sujeitos à quarentena. As pestes sujeitas à quarentena são 20 vezes superiores a um mês e meio atrás e 127 vezes mais em 2017 contra os 91 casos do ano passado. As informações são da consultoria ucraniana UkrAgroConsult.

Se o Brasil não tomar nenhuma medida a respeito das doenças, a RosSelkhozNadzo aplicará uma proibição temporária de importações de soja brasileira. A Rússia chegou a importar 679 mil toneladas da oleaginosa durante a temporada 2016/2017. O Brasil é responsável por suprir 44% do mercado russo do grão.

A notícia pode ser um balde de água fria nas intenções do Brasil de incrementar suas exportações à Rússia. O país é visto como um grande mercado para diversos produtos agrícolas. Além disso, é porta de entrada para envio de produtos a países de região eurasiana. Recentemente, uma empresa trading russa comprou toda a produção de soja no estado de Roraima e também do Amapá, as mais novas fronteiras agrícolas do Brasil e que estão localizados no Hemisfério Norte. Portanto, fazem a entressafra do resto do país e tem outros destinos como foco de exportação dos produtos colhidos.

O Brasil também já considerou a importação de produtos agrícolas russos em 2017, incluindo o trigo, que o país atualmente é o maior produtor mundial.

Fonte:Agrolink -Leonardo Gottems

Novo fungicida é alternativa para controle da ferrugem asiática

Combina três ingredientes ativos diferentes




Foi apresentado na última semana o Triziman, uma nova geração de fungicida que combina três ingredientes ativos diferentes: Azoxistrobina, Ciproconazol e Mancozebe. Com isso promove efeito de contato com ação multissítio, interfere na respiração mitocondrial e atua como inibidor da biossíntese do ergosterol, com seus dois ingredientes ativos sistêmicos.

De acordo com a fabricante UPL, o produto apresenta “completa ação fungicida” devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, penetração e desenvolvimento no tecido foliar e sua esporulação. “Por esta ação diferenciada torna-se excelente opção para o manejo da resistência e controle da Phakopsora pachyrhizi”, explica Rafael Pereira, Gerente Sênior de Inovação da UPL.

De acordo com o professor Erlei Reis, da Universidade de Passo Fundo e integrante do Eagle Team, o número de usuários de fungicidas que vem adotando a tecnologia do uso de multissítio vem aumentando. Porém, segundo ele, ainda há necessidade da compreensão de todos os produtores de soja sobre o uso dessa tecnologia para que haja eficiência no controle da Ferrugem Asiática na soja.

“A utilização de multissítio surgiu na Inglaterra na década de 70, quando o controle de doenças na batata, tomate e videira ameaçavam os produtores. Na década seguinte surgiram os primeiro casos de resistência e praticamente não tinha mais eficiência no controle. Então passaram a comercializar misturas prontas com Mancozeb. Olhando para esse cenário do passado, somado ao que disse anteriormente sobre a forma como a aplicação está sendo realizada, consigo entender que essa situação só vai se regularizar aqui quando 70% da área de soja no Brasil for tratada adequadamente da forma como é recomendado, sendo: quantidade de aplicações, rotação de produtos e manejo corretos, entre outros cuidados”, explica Erlei.

Luis Carregal, professor da Universidade de Rio Verde e também integrante do Eagle Team, destaca a importância das boas práticas de manejo após a instalação da soja: “Importante compreender que a resistências aos produtos sítio-específico está ai. Carboxamidas, estrobilurinas e triazóis são produtos que não empregam mais controle de 80%, nem misturados e nem sozinhos. Então pra diminuir a população de indivíduos resistentes temos que colocar alguma outra coisa pra ter eficiência. E a melhor oportunidade que temos hoje são os fungicidas multissítio. Estes invés de atuarem em um ponto específico do fungo, agem em vários, e isso, diminui muito o risco da resistência. Não temos mais como evitar a resistência porque ela já aconteceu mas, o multissítio tem que ser recomendado e utilizado para estabilizar o problema da resistência onde ela está e não ficar pior”.

Anvisa muda resolução do Paraquate

Dessecação com herbicida é permitida



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu alterar dois tópicos da Resolução de Diretoria Colegiada No. 177 que disserta sobre a proibição do ingrediente ativo Paraquate nos pesticidas no Brasil e sobre as medidas transitórias de mitigação de risco. A alteração foi anunciada depois de reunião realizada na terça-feira (28.11).

Como dessecante, o uso do produto será autorizado pelos três anos que antecedem a proibição total da molécula, em caso de que não apresente novas evidências científicas que excluam o potencial mutagênico do Paraquate em células germinativas e garantam a exposição negligente em todas as etapas de possível contato com o produto. Para dessecação, o mesmo estava proibido desde a publicação primeira da resolução.

O prazo estabelecido para que se anexe o Termo de Conhecimento de Risco e Responsabilidade à receita agronômica obrigatória de derivados do ingrediente ativo também mudou. Na primeira edição da resolução, o prazo era de 60 dias. Agora passou para 180 dias de prazo.

Para a produção de algodão, o Paraquate é usado principalmente para a destruição das soqueiras e tigueras e ainda nos sistemas de plantio direto na palha. Ele não é aplicado como dessecante antes da colheita. A decisão é importante porque pode dar mais prazo ao produto rural nas principais regiões produtoras do Brasil no caso de vários cultivos, incluindo soja, arroz, milho e algodão. O ingrediente ativo é alvo de questionamento também em outros países.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/noticia/anvisa-muda-resolucao-do-paraquate_400980.html

Novo Cadastro: Glifosato Nortox

Bula Glifosato Nortox

Geral

Glifosato
3078394
Nortox

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 360 g/L Glicina Substituída
Glifosato 480 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico, Pós-emergência
Tecnologia de Aplicação
MODO DE APLICAÇÃO GLIFOSATO NORTOX deve ser pulverizado em jato dirigido, quando as plantas daninhas estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo e antes que ocorra o período inicial de florescimento. É aplicado em volume variável de 150 a 450 litros de água por hectare, de acordo com as condições de desenvolvimento das ervas. Tratando-se de ervas daninhas com grande densidade vegetativa recomenda-se o volume maior.
GLIFOSATO NORTOX é aplicado em pós-emergência das plantas daninhas através dos equipamentos costais manuais ou tracionados e acionados por tratores. Recomenda-se o uso de bicos de jato em leque, de 80 a 110 graus, ou defletor do tipo TK. A pressão de trabalho deve variar entre 20 a 60 libras por polegada quadrada obtendo-se tamanho de gotas com VMD entre 360 a 650 mícron, sendo que gotas menores são indicadas para ervas de maior densidade vegetativa e para locais onde não haja risco de atingir plantas econômicas por deriva.
Para a soja geneticamente modificada: Utilizar a quantidade de 100 – 200 litros de calda por hectare, utilizando bico em jato leque do tipo Teejet VB 80.02 ou XR110.02, distanciados 50 cm entre si, trabalhando a uma altura de 50 cm do solo, pressão de 30 lb/pol². Aplicar o Glifosato Nortox Ultra, em pulverização em área total sobre a cultura e as plantas daninhas indicadas em uma única aplicação aos 20 a 30 dias após emergência da soja quando esta se encontra com 2 a 3 trifólios.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de segurança (dias)
Algodão ............................... (1)
Ameixa ................................. 17 dias
Arroz ................................... (2)
Banana ................................ 30 dias
Cacau .................................. 30 dias
Café .................................... 15 dias
Cana-de-açúcar .................. 30 dias
Citros .................................. 30 dias
Coco ................................... 15 dias
Eucalipto ............................ UNA
Feijão ................................. (2)
Fumo .................................. UNA
Maçã .................................. 15 dias
Mamão ............................... 3 dias
Milho .................................. (3)
Nectarina ........................... 30 dias
Pastagem ............................ (2)
Pera .................................... 15 dias
Pêssego .............................. 30 dias
Pinus .................................. UNA
Seringueira ........................ UNA
Soja ................................... (4)
Trigo .................................. (2)
Uva .................................... 17 dias
U.N.A = Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança para a cultura do algodão é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(2) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
(3) O intervalo de segurança para a cultura do milho é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura.
(4) O intervalo de segurança para a cultura da soja é não determinado quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e pré-emergência da cultura. O intervalo de segurança para a cultura da soja geneticamente modificada, que expressa resistência ao glifosato, é de 56 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Deve-se pulverizar GLIFOSATO NORTOX em jato dirigido para não atingir as folhas das culturas econômicas. Feito isso e seguindo as recomendações de uso do produto, não ocorrem sinais de fitotoxicidade nas culturas de interesse.
- Na armazenagem e aplicação da solução, utilizar somente tanque de aço inoxidável, alumínio, fibra de vidro e plástico. Não usar tanques galvanizados ou de aço sem revestimento interno.
- Não pulverizar o produto após a prática da roçada. - Repetir a aplicação caso ocorra chuvas até 6 horas após o tratamento.
- Utilizar água limpa, isenta de argilas em suspensão.

Precauções quanto à Saúde Humana
 
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA: ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES: PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola. - Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI);
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, bota, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrilas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral, touca arábe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual
– EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2/P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila. - Manuseie o produto em local aberto e ventilado
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. - Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilize a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual
– EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), lave a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO
O ingrediente ativo que compõem este agrotóxico, apresenta alta solubilidade em água e uma baixa solubilidade em gorduras. Estudos com animais de laboratórios dão conta que o Glifosato não atua em órgão ou sistema fisiológico específico. O Glifosato demonstrou ser pouco absorvido pelo trato gastrointestinal em estudos com animais de laboratório. Estudo de metabolismo com ratos verificou-se que, as fezes foi maior rota de eliminação dos grupos em que a administração do Glifosato radiomarcado se deu por via oral. A urina foi, como esperada, a maior rota de eliminação quando o produto foi administrado via intravenosa. Os resultados mostram que 30 a 60% do produto administrado oralmente é absorvido e eliminado sem alteração nas fezes e urina no percentual mínimo de 97,5%.
EFEITOS AGUDOS (Resultantes de ensaios com animais – Produto Formulado): Os efeitos agudos observados nos animais expostos ao GLIFOSATO NORTOX foram: dose letal média oral (DL50) > 6000 mg/Kg para ratos; dose letal média cutânea (DL50) > 12000 mg/Kg para ratos. O produto apresentou irritação ocular em coelhos, o produto causou hiperemia, reversível em 72 horas. Não irritante dérmico em coelho.
EFEITOS CRÔNICOS (Resultantes de ensaios com animais – Produto Técnico):
Em estudo de médio prazo com ratos, não foi observada mortalidade entre os animais que receberam o Glifosato em grau técnico, por via oral, durante 90 dias, nas doses de 30, 100 e 300 mg/kg/dia. As doses testadas não provocaram alterações significativas no estado geral de saúde, sobrevivência, ganho de peso, consumo de ração, hematologia e bioquímica clínica. A maior dose testada, 300 mg/kg/dia, foi considerada como a dose de não efeito observado (NOEL). Já em estudo de longo prazo com ratos, o NOEL para efeitos sistêmicos foi de 8000 ppm.

Precauções quanto ao Meio Ambiente
 
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO À PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:

( X ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Evite a contaminação ambiental
- Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa NORTOX S/A - Telefone de Emergência: (43) 3274-8585.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante por meio do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL - LAVAGEM DA EMBALAGEM:
• Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamento de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem. Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial. - TRANSPORTE As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
– TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.
- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
Não há restrições de uso.
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

Manejo de Resistência
 
O herbicida GLIFOSATO NORTOX apresentam mecanismos de ação inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).
Fonte: https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/produto/glifosato-nortox_10475.html
 

Fungicida Authority tem registro estendido para cana-de-açúcar

Produto também é “efetivo contra a podridão abacaxi e a ferrugem alaranjada"



O fungicida Authority (azoxistrobina + flutriafol) teve sua recomendação de uso estendida para a cultura da cana-de-açúcar. De acordo com a fabricante, a FMC Agricultural Solutions, o produto ainda é “efetivo contra a podridão abacaxi e a ferrugem alaranjada, além de conter todas as características para ser usado na cultura da cana-de-açúcar”.

A FMC Agricultural Solutions explica ainda que o alto desempenho de Authority ocorre devido a sua “sistemicidade, que promove maior distribuição do produto nas folhas e rápida penetração, proporcionando menor risco de perdas pela ação da chuva. Além disso, sua formulação balanceada garante a sinergia entre os ingredientes ativos”.

O Authority já possuía registro e uso consolidado nos principais cultivos extensivos como, milho, café, trigo e algodão. “Tem formulação balanceada com dois ingredientes ativos de mecanismos de ação com alto poder de absorção e movimentação, que garantem o desenvolvimento pleno, sem comprometer o metabolismo das plantas”, afirma a fabricante.
“Resolvemos ampliar seu registro, pois entendemos que seus benefícios são únicos para levar o canavial a um novo patamar de produtividade e qualidade. Os canaviais que utilizarem o produto irão ganhar biomassa e energia. O intuito da FMC com esse lançamento é apresentar ao setor uma opção eficiente e economicamente viável para o manejo de seus canaviais”, destaca o Gerente de Fungicidas FMC Agricultural Solutions, Adriano Roland, sobre esse lançamento para o setor sucroenergético.

Nova geração de fertilizantes pode aumentar produtividade das culturas em 25%

 

Fabricados a partir de nanopartículas de metais de transição



Uma nova geração de fertilizantes, fabricada a partir de nanopartículas de metais de transição (como ferro, cobre e cobalto) promete aumentar a produtividade agrícola em 25%. A novidade foi desenvolvida por cientistas russos da National University of Science and Technology MISiS, Ryazan State Agrotechnological University e na Derzhavin Tambov State University.

De acordo com os pesquisadores, microelementos dos metais de transição influem diretamente no crescimento e fortalecem os sistemas de defesa da planta contra pragas e doenças. “Desenvolvemos um fertilizante de uma nova geração com base em nanopartículas de metais, o que nos permite otimizar significativamente a tecnologia de uma série de ações agroquímicas”, afirmou o chefe do projeto, Alexander Gusev.

“Essas partículas de metais de transição têm um poderoso efeito estimulante sobre o crescimento da planta na fase de crescimento inicial. Assim, a futura planta é abastecida com um suprimento de microelementos necessários no estágio de semeadura, o que nos permite melhorar a germinação do campo, aumentar a resistência à adversidade e, finalmente, obter uma melhor colheita - como os experimentos mostraram os números aumentam 20-25 por cento”, complementa.

Para resolver o problema da alta mobilidade e tendência de fusão das nanopartículas, Gusev conta que usa estabilizadores orgânicos e processamento ultrassônico de soluções coloidais. “Agora, depois de receber resultados de pesquisa de campo encorajadores, é necessário descobrir como um novo fertilizante atuará em diferentes solos, em relação a diferentes culturas e também é necessário avaliar de forma abrangente sua segurança ambiental antes de recomendá-lo para uso generalizado”, disse o cientista.

Cadastro: Bula Triziman

Bula Triziman

Geral

23517
UPL

Composição

Azoxystrobin 45 g/kg Estrobilurina
Ciproconazol 30 g/kg Triazol
Mancozeb 675 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do estádio fenológico V8 a R1 ( cultivares de ciclo determinado) ou entre 30 e 35 dias após a emergência da cultura ( cultivares de ciclo indeterminado) realizar no mínimo duas pulverizações, com intervalo de 14 dias. A escolha do intervalo, deve ser baseada no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região, diminuir o intervalo, de acordo com o acompanhamento da evolução da doença na lavoura e na região

Arkansas ratifica proibição do Dicamba

Restrição ainda não é definitiva



O estado norte-americano do Arkansas, no sul do país, ratificou a proibição de aplicações agrícolas de produtos que contém Dicamba através da Junta de Plantas do estado durante uma consulta pública. As mudanças proibirão o uso entre Abril e Outubro. As regulações incluem exceções para os casos de pastagens, relva, plantas ornamentais, injeção direta para florestamento e uso doméstico. Essa regulamentação agora precisará ser aprovada por um subcomitê da Conselho Administrativo do Arkansas.

As mudanças da Junta em relação ao Dicamba foram assunto de comentários públicos que terminaram oficialmente no dia 30 de Outubro. Mais de 29 mil comentários foram enviados por e-mail, correio e fax. Trinta e sete indivíduos deram declarações públicas na condição de testemunha nesta quinta-feira (09.11).

No dia 12 de Dezembro, a Junta de Plantas vai receber uma consulta pública e um um encontro da Junta para considerar as mudanças no Ato de Regulações e Controle de Pesticidas do Arkansas, que estão na Lei No. 410. ACA 2-16-402 (b). As regulações propostas esclareceriam a habilidade da Junta de Plantas para requerer informações adicionais sobre um pesticida antes de que seja registrado para uso no estado norte-americano do Arkansas.

A polêmica surgiu porque alguns produtores de cultivos que não são soja e milho demandaram as empresas produtoras e distribuidoras do Dicamba por perdas em suas lavouras, o que levou inclusive ao governo federal a pedir que as empresas envolvidas façam restrições de uso nos rótulos dos produtos.

Fonte:https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito//noticia/arkansas-ratifica-proibicao-do-dicamba_400196.html

Previsão de Vendas de Inoculantes com crescimento de 10% neste ano

Vendas têm crescimento sustentado nos últimos quatro anos



No ano passado, a Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII) teve seu melhor desempenho de vendas dos últimos quatro anos. De 2012 a 2016, o número de doses comercializadas saltou de 22 milhões de doses para mais de 50 milhões de doses de inoculantes.

Para 2017, a associação estima chegar a 55 ou até 60 milhões de doses dos produtos. Estes dados serão confirmados no próximo balanço do setor, que está agendando para ser liberado no segundo semestre do ano que vem.

Para Solon Araújo, consultor da ANPII, apesar das instabilidades do agronegócio brasileiro, o ano está bastante positivo em relação às vendas de inoculantes. O fato reforça o crescimento da adesão aos produtos recentemente. “As pesquisas mostram um aumento médio, em todo o país, de 8% nas lavouras de soja com o uso anual de inoculante”.

Em 2016, o produto mais vendido e que deve seguir sendo o mais vendido é o destinado para a cultura da soja, com 35 milhões de doses líquidas e 11 milhões de doses de inoculante turfoso. Segundo a ANPPI, os dados também revelam uma adequação do produtor às recomendações de aplicação. “Além de ser uma opção mais ágil, a inoculação no sulco tem se mostrado mais produtiva, pois os efeitos negativos dos fungicidas e outros produtos utilizados no tratamento de sementes são minimizados por este sistema de aplicação”, explica Solon.
Outro fator destacado pela associação é o crescimento de inoculantes para gramíneas, que chegou a 4,5 milhões de doses ou um salto de 78% na comparação com 2011. “Ensaios de campo, executados por órgãos de pesquisa, tem demonstrado aumentos médios em torno de oito sacas/ha, tanto em milho como em trigo. Em arroz o resultado tem sido um pouco menor, em torno de cinco sacas, mas ainda assim altamente compensador. O uso deste produto em pastagens é uma excelente ferramenta para recuperar vastas áreas hoje degradadas”, conclui Solon.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/fertilizantes//noticia/vendas-de-inoculantes-devem-crescer-10--em-2017_399896.html

Lançamento: Inseticida multipragas para hortifrúti

IHARA lança ELEITTO



Com foco no combate aos insetos sugadores e mastigadores, o produto pode ser aplicado em 17 culturas, incluindo batata, tomate, uva e maçã

A IHARA, especializada em tecnologia para proteção de cultivos, apresenta sua mais nova solução exclusiva para produtores de hortaliças e frutas (HF): o inseticida ELEITTO. O produto se destaca por sua ampla atuação contra diversos alvos em 17 culturas, e pelas características especialmente desenvolvidas para o mercado de HF.

Além da eficácia no contato, ELEITTO tem ação sistêmica, ampliando a proteção da planta. Outro benefício pensado para o HF é o baixo período de carência (intervalo de segurança), o que permite a aplicação até próximo da colheita. ELEITTO ainda tem suporte de Limite Máximo de Resíduos (LMR) para as principais culturas de exportação, o que o transforma em uma alternativa viável para os agricultores que vendem sua produção para os mercados mais exigentes do mundo.

Luís Fernando Andrade, gerente de Produtos Inseticidas da IHARA, explica que o ELEITTO possui mais um diferencial, que se torna cada vez mais importante: “A solução pode ser utilizada em qualquer fase da cultura, incluindo a florada”.

O inseticida ELEITTO é recomendado para o controle de mosca-branca, mosca-das-frutas, broca-das-curcubitáceas e pulgão-da-couve, entre outros. As culturas recomendadas incluem tomate, batata, uva, maçã, couve, abóbora, melão, melancia, entre outras.

Anvisa decide banir carbofurano

Anvisa decide banir carbofurano Anvisa alega que ingrediente ativo traz riscos para saúde humana



A Anvisa (Agência Brasileira de Vigilância Sanitária) decretou o banimento do Carbofurano, que é utilizado como inseticida, cupinicida, acaricida e nematicida para aplicação em diversas hortaliças, frutas e grãos. Após a publicação da resolução ficarão proibidos imediatamente todos os usos do produto. Haverá ainda um prazo de três meses para o fim da produção, importação e comercialização de agroquímicos à base deste ingrediente.

As exceções são as culturas da banana, café e cana-de-açúcar, que terão ainda um prazo de carência de seis meses para a descontinuação do uso. A decisão foi anunciada na última Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa (Dicol), realizada nesta terça-feira (10.10), após a finalização da reavaliação toxicológica do iniciada em 2008.

De acordo com a Anvisa, o ingrediente ativo foi estudado exaustivamente pela Agência e sua proibição foi discutida com o setor regulado e a sociedade. “O modo de ação do Carbofurano não é espécie-específico, afetando também espécies não-alvo, incluindo os seres humanos”, justifica a Anvisa.

“Após todas as análises realizadas, a Anvisa concluiu que o uso regular de Carbofurano resulta em níveis de resíduos em alimentos - e principalmente na água - que representam risco dietético agudo à população brasileira, de efeitos neurotóxicos, e tem potencial de causar toxicidade para o desenvolvimento de seres humanos nas condições reais de exposição, que incluem efeitos teratogênicos funcionais e comportamentais. Essas características se enquadram nos critérios proibitivos de registro da Lei 7802/1989, conhecida como a Lei dos Agrotóxicos, além da Lei 9782/1999, de criação da Anvisa”, afirma a entidade.

“Destaca-se que o risco inaceitável do Carbofurano à saúde da população a partir da exposição pela alimentação e pela água também foi o motivo da proibição desse ingrediente ativo no Canadá, nos Estados Unidos e na Europa, entre outros países. Portanto, a sugestão de proibição do uso do Carbofurano no Brasil está alinhada às conclusões das agências reguladoras mundiais sobre esse produto”, conclui.
Fotne: Agrolink

Ácaro da necrose do coqueiro

Ácaro da necrose do coqueiro

(Aceria guerreronis)

Culturas Afetadas: Açaí, Castanha-do-Pará, Côco, Dendê, Macadâmia, Pinhão, Pupunha
Sinônimo: Eriophyes guerreronis
A praga é importante, pois, além de causar danos nas brácteas das plantas, provoca danos no fruto a ser comercializado. 

Danos: Estes ácaros são geralmente encontrados sob as brácteas das folhas de coco sugando a seiva, ocasionando uma necrose que inicialmente tem o formato triangular. Nos frutos novos, atacam o perianto, causando necrose e fendilhamento, acarretando queda na produção.

Controle: Fazer uso de acaricidas específicos registrados para a cultura.

Produtos:





Fotos: 

Ácaro da necrose do coqueiroÁcaro da necrose do coqueiroÁcaro da necrose do coqueiroÁcaro da necrose do coqueiroÁcaro da necrose do coqueiro 

Ácaro branco

Ácaro tropical (Polyphagotarsonemus latus)


Culturas Afetadas: Abacate, Abacaxi, Abóbora, Abobrinha, Algodão, Alho, Anonáceas, Batata, Berinjela, Cacau, Café, Citros, Cupuaçu, Ervilha, Feijão, Feijão vagem, Goiaba, Guaraná, Hortência, Kiwi, Mamão, Manga, Maracujá, Melancia, Melão, Morango, Pepino, Pimenta, Pimenta-do-reino, Pimentão, Quiabo, Romã, Seringueira, Soja, Tomate, Uva

Sinônimos: Hemitarsonemus latus, Neotarsonemus latus, Tarsonemus latus e Tarsonemus phaseoli


Esta espécie de ácaro é semelhante ao ácaro rajado, polífago e cosmopolita. Além do algodão, causa danos em batata, berinjela, café, citros, feijão, mamão, manga, maracujá, morango, pêra, pimentão e uva.


Danos: No algodoeiro, o ácaro provoca perda na produção, devido a redução no número de maçãs e diminuição na qualidade da fibra. Quando o ataque ocorre nas folhas, o sintoma geral é o escurecimento das mesmas e o posterior enrolamento dos bordos para baixo.

Controle: Realizar pulverizações com acaricidas específicos, registrados para as culturas.

Fotos:
Ácaro branco 
Ácaro brancoÁcaro brancoÁcaro brancoÁcaro brancoÁcaro brancoÁcaro brancoÁcaro branco
Veja alguns  produtos a ser usados:













https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/problema/acaro-branco

Seminário Show 2017 é confirmado para novembro


 Seminário Show 2017


Foto: Divulgação -

Será entre os dias 7 e 10 de novembro que o município de Petrolina, no sertão de Pernambuco, vai se transformar novamente em palco da maior feira da agricultura familiar do Nordeste brasileiro. O SemiáridoShow chega à sua sétima edição com o grande desafio de apresentar alternativas para a convivência com a seca no momento em que a região enfrenta as consequências do sexto ano consecutivo de uma forte estiagem.
O evento é realizado a cada dois anos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que nesta edição conta, pela primeira vez, com a parceria do Sindicato dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares e Rurais do Município de Petrolina (Sintraf). A feira é aberta ao público e acontece em uma área da Embrapa, localizada na BR-428, Km 152, na zona rural de Petrolina.
No local, cerca de 12 hectares serão dedicados à demonstração de tecnologias implantadas no campo. Assim, os visitantes têm a oportunidade de conhecer, diretamente e na prática, os produtos e serviços gerados pela pesquisa, a exemplo de variedades de cultivos alimentares – como feijão, mandioca, milho e hortaliças –, de forrageiras – como sorgo, palma, gliricídia –, animais – caprinos, ovinos, bovinos e aves –, além de sistemas de captação de água, de irrigação, de planejamento, entre outra centena de soluções tecnológicas.
Em outro espaço do evento serão instalados estandes de instituições públicas e empresas privadas, e também uma feira onde cooperativas e associações de produtores familiares, comunidades indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária vão expor suas iniciativas e comercializar seus produtos. Um espaço será dedicado, ainda, ao
Armazém da Agricultura Familiar e Economia Solidária, uma ação do Governo do Estado da Bahia que visa gerar oportunidades de negócios e dar visibilidade aos produtos da agricultura familiar.
Ao longo dos quatro dias de feira, uma extensa programação de minicursos também irá possibilitar aos participantes ampliar os conhecimentos nas mais diversas áreas. Também serão realizados seminários englobando temas como turismo rural, cadeia produtiva da caprinovinocultura, gestão territorial de comunidades indígenas e quilombolas, assistência técnica e extensão rural, além de um evento voltado para apresentação e discussão das ações da Embrapa no Plano Brasil Sem Miséria, do Governo Federal.
O chefe geral da Embrapa Semiárido, Pedro Carlos Gama da Silva, ressalta que o grande diferencial do SemiáridoShow é a possibilidade da sociedade encontrar, em um único local, um grande leque de tecnologias, informações e conhecimentos gerados pelas mais diversas instituições.  Segundo ele, a realização do evento é, também, um importante meio de discutir, junto ao poder público e às instituições presentes, as políticas públicas apropriadas para a região.
O SemiáridoShow conta com cerca de 20 Unidades de pesquisa da Embrapa, além do apoio e participação de diferentes Ministérios do Governo Federal, instituições de pesquisa e de assistência técnica e extensão rural dos governos estaduais, universidades e institutos de educação, ciência e tecnologia, empresas privadas do setor agropecuário, federações e confederações de agricultura, organizações não governamentais e movimentos sociais ligados à agricultura familiar.
A programação, as tecnologias que estarão expostas e outras informações do SemiáridoShow serão divulgadas no site www.embrapa.br/semiaridoshow e nos perfis da Embrapa nas redes sociais: facebook.com/embrapa,  twitter.com/embrapa e flickr.com/embrapa.

Fernanda Birolo (MTb/AC 81)
Embrapa Semiárido

Telefone: (87) 3866 3734
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Último Cadastro Agrotóxico: Bio Lobesia

Bio Lobesia






 

Geral

(E,Z)-dodeca-7,9-dienyl acetate
13817
Bio Controle
Sim

Composição

(E,Z)-dodeca-7,9-dienyl acetate 2.55 g/kgAcetato

Classificação

Feromônio
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Gerador de Gás (GE)
Não Classificado
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológicoDosagemCaldaIntervaloÉpoca
Aplic
TerrestreAéreaAplicSeg
Traça-dos-cachos-da-videira
(Lobesia botrana)
1 armadilha/ha--Fazer a troca dos septos a cada 6 a 8 semanas.Não determinado devido à modalidade de emprego.As armadilhas devem ser instaladas na brotação e mantidas até a colheita em regiões de clima temperado. Monitorar durante todo o ano em regiões de clima tropical. Fazer a troca dos septos a cada 6 a 8 semanas. Inspecionar as armadilhas 2 vezes por semana
Embalagem
Tipo: Blister, Cartela, Envelope e/ou Saco
Material: Aluminizado, cartão, filme plástico, laminado, papel, papelão e/ou plástico
Capacidade: 1; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10; 11; 12; 13; 14; 15; 16; 17; 18; 19; 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 55; 60; 65; 70; 75; 80; 85; 90; 95; 100; 105; 110; 115; 120; 125; 130; 135; 140; 145; 150; 155; 160; 165; 170; 175; 180; 185; 190; 195; 200; 205; 210; 220; 225; 230; 240; 250; 260; 270; 275; 280; 290; 300; 325; 350; 375; 400; 425; 450; 475; 500; 525; 550; 575; 600; 625; 650; 675; 700; 725; 750; 775; 800; 825; 850; 875; 900; 925; 950; 975; 1.000 unidades.
Tecnologia de Aplicação
INSTRUÇÕES DE USO: A armadilha a ser utilizada é do tipo Delta. Para montagem da armadilha Delta encaixe as abas laterais nos encaixes da parte de baixo. O refil de cola é colocado na parte interna da armadilha com a cola para cima. Colocar o septo com feromônio em cima da cola no centro do refil.

CULTURAS:
Qualquer cultura em que ocorra o alvo biológico indicado.

ALVO BIOLÓGICO: Lobesia botrana (Traça dos cachos da videira)

DOSE: Utilizar 1 (uma) armadilha Delta com septo de feromônio por hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
As armadilhas devem ser instaladas na brotação e mantidas até a colheita em regiões de clima temperado. Monitorar durante todo o ano em regiões de clima tropical. Fazer a troca dos septos a cada 6 a 8 semanas. Inspecionar as armadilhas 2 vezes por semana.

MODO DE APLICAÇÃO:
Colocar somente 1 (um) septo de Bio Lobesia em cada armadilha Delta, evitando desperdícios ou inibição de captura por excesso de feromônio. Na substituição o septo não deve ser descartado em campo de cultivo, para evitar competição e redução de captura das armadilhas.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO: Não determinado devido à modalidade de emprego (uso restrito em armadilhas).
Precauções quanto à Saúde Humana
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio ou aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: avental com tratamento hidro-repelente, máscaras faciais de filtros P2 ou P3 e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO DO PRODUTO
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar danos a mesma.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): avental com tratamento hidro-repelente, máscaras faciais de filtros P2 ou P3 e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: avental com tratamento hidro-repelente, máscaras faciais de filtros P2 ou P3 e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de começar a retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual recomendados (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: avental, máscara facial e luvas.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual EPI: avental com tratamento hidrorepelente, botas, máscaras faciais de filtros P2 ou P3 e luvas de nitrila.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro. Inalação: Se o produto for inalado (‘respirado’), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
Antídoto: Não existe antídoto específico.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR BIO LOBESIA
INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico: Acetato
Classe toxicológica: IV – em função do Art.5º, da Instrução Normativa Conjunta nº 1 de 23/01/2006.
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Mecanismos de toxicidade: Ainda não existem estudos sobre o metabolismo deste produto com animais ou efeitos relatados em seres humanos.
Sintomas e sinais clínicos: Ainda não existem estudos para verificar efeitos agudos e crônicos deste produto com animais ou efeitos relatados em seres humanos.
Tratamento: Não há antídoto específico. O tratamento deve ser direcionado ao controle dos sintomas clínicos.
Contra indicações: A indução do vômito é contraindicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção: Ligue para o Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de emergência da empresa: (19) 3936-8450

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Ainda não existem estudos sobre o metabolismo deste produto com animais ou efeitos relatados em seres humanos.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Ainda não existem estudos para verificar efeitos agudos e crônicos deste produto com animais ou efeitos relatados em seres humanos.
PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é POUCO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE(CLASSE IV)
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Manter refrigerado a 4°C para validade de 2 anos após a fabricação.
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BIO CONTROLE - MÉTODOS DE CONTROLE DE PRAGAS LTDA -telefone de emergência (19) 3936-8450
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias. Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada em caixa coletiva, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados pelo órgão estadual responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases e efluentes.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
Manejo Integrado
Incluir outros métodos de controle de insetos (exemplo: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível.
Armadilhas com feromônios são eficazes nas medidas de tendência da densidade populacional do inseto ou para simples detecção da praga, auxiliando o produtor na tomada de decisão quanto ao início de alguma forma de controle.
Após a introdução da medida de controle, quer seja biológico com agentes benéficos ou por aplicação de inseticidas, a presença ou não do inseto na armadilha indicará a eficácia do método de controle utilizado.
Feromônios são amplamente utilizados no MIP para monitoramento da praga, não selecionando indivíduos resistentes.
Manejo de Resistência
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.

Uso excessivo de agrotóxicos aumenta resistência de pragas

 

Dos US$ 54,6 bilhões vendidos em agrotóxicos no mundo, em 2015, o Brasil consumiu sozinho US$ 9,6 bilhões.

Helen Martins
Uma ala inteira de um hospital isolada por causa de uma superbactéria. Uma área inteira de lavoura em vazio sanitário até o próximo plantio. O que existe em comum entre estas duas situações, é a dificuldade de combater organismos cada vez mais resistentes aos remédios, ou aos venenos disponíveis no mercado.
A resistência acontece da seguinte maneira: vamos supor que em uma lavoura de soja, exista uma infestação de percevejos. Mas existem entre eles, alguns que são diferentes. Eles têm, lá no seu DNA, o gene da resistência. Esses, vão sobreviver. Depois de várias e várias pulverizações e com a reprodução desses insetos, aqueles percevejos que eram diferentes, passam a ser maioria e aí o produto não vai mais funcionar.
Esta reportagem faz parte dos melhores momentos do Globo Rural em 2016, Veja a reportagem exibida em 12/06/2016 . Acesse o link abaixo:
http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/06/uso-excessivo-de-agrotoxicos-torna-pragas-das-lavouras-mais-resistentes.html
 
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