Fungicida Authority tem registro estendido para cana-de-açúcar

Produto também é “efetivo contra a podridão abacaxi e a ferrugem alaranjada"



O fungicida Authority (azoxistrobina + flutriafol) teve sua recomendação de uso estendida para a cultura da cana-de-açúcar. De acordo com a fabricante, a FMC Agricultural Solutions, o produto ainda é “efetivo contra a podridão abacaxi e a ferrugem alaranjada, além de conter todas as características para ser usado na cultura da cana-de-açúcar”.

A FMC Agricultural Solutions explica ainda que o alto desempenho de Authority ocorre devido a sua “sistemicidade, que promove maior distribuição do produto nas folhas e rápida penetração, proporcionando menor risco de perdas pela ação da chuva. Além disso, sua formulação balanceada garante a sinergia entre os ingredientes ativos”.

O Authority já possuía registro e uso consolidado nos principais cultivos extensivos como, milho, café, trigo e algodão. “Tem formulação balanceada com dois ingredientes ativos de mecanismos de ação com alto poder de absorção e movimentação, que garantem o desenvolvimento pleno, sem comprometer o metabolismo das plantas”, afirma a fabricante.
“Resolvemos ampliar seu registro, pois entendemos que seus benefícios são únicos para levar o canavial a um novo patamar de produtividade e qualidade. Os canaviais que utilizarem o produto irão ganhar biomassa e energia. O intuito da FMC com esse lançamento é apresentar ao setor uma opção eficiente e economicamente viável para o manejo de seus canaviais”, destaca o Gerente de Fungicidas FMC Agricultural Solutions, Adriano Roland, sobre esse lançamento para o setor sucroenergético.

Nova geração de fertilizantes pode aumentar produtividade das culturas em 25%

 

Fabricados a partir de nanopartículas de metais de transição



Uma nova geração de fertilizantes, fabricada a partir de nanopartículas de metais de transição (como ferro, cobre e cobalto) promete aumentar a produtividade agrícola em 25%. A novidade foi desenvolvida por cientistas russos da National University of Science and Technology MISiS, Ryazan State Agrotechnological University e na Derzhavin Tambov State University.

De acordo com os pesquisadores, microelementos dos metais de transição influem diretamente no crescimento e fortalecem os sistemas de defesa da planta contra pragas e doenças. “Desenvolvemos um fertilizante de uma nova geração com base em nanopartículas de metais, o que nos permite otimizar significativamente a tecnologia de uma série de ações agroquímicas”, afirmou o chefe do projeto, Alexander Gusev.

“Essas partículas de metais de transição têm um poderoso efeito estimulante sobre o crescimento da planta na fase de crescimento inicial. Assim, a futura planta é abastecida com um suprimento de microelementos necessários no estágio de semeadura, o que nos permite melhorar a germinação do campo, aumentar a resistência à adversidade e, finalmente, obter uma melhor colheita - como os experimentos mostraram os números aumentam 20-25 por cento”, complementa.

Para resolver o problema da alta mobilidade e tendência de fusão das nanopartículas, Gusev conta que usa estabilizadores orgânicos e processamento ultrassônico de soluções coloidais. “Agora, depois de receber resultados de pesquisa de campo encorajadores, é necessário descobrir como um novo fertilizante atuará em diferentes solos, em relação a diferentes culturas e também é necessário avaliar de forma abrangente sua segurança ambiental antes de recomendá-lo para uso generalizado”, disse o cientista.

Cadastro: Bula Triziman

Bula Triziman

Geral

23517
UPL

Composição

Azoxystrobin 45 g/kg Estrobilurina
Ciproconazol 30 g/kg Triazol
Mancozeb 675 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Iniciar as aplicações a partir do estádio fenológico V8 a R1 ( cultivares de ciclo determinado) ou entre 30 e 35 dias após a emergência da cultura ( cultivares de ciclo indeterminado) realizar no mínimo duas pulverizações, com intervalo de 14 dias. A escolha do intervalo, deve ser baseada no monitoramento da lavoura e o acompanhamento da evolução da doença na região, diminuir o intervalo, de acordo com o acompanhamento da evolução da doença na lavoura e na região

Arkansas ratifica proibição do Dicamba

Restrição ainda não é definitiva



O estado norte-americano do Arkansas, no sul do país, ratificou a proibição de aplicações agrícolas de produtos que contém Dicamba através da Junta de Plantas do estado durante uma consulta pública. As mudanças proibirão o uso entre Abril e Outubro. As regulações incluem exceções para os casos de pastagens, relva, plantas ornamentais, injeção direta para florestamento e uso doméstico. Essa regulamentação agora precisará ser aprovada por um subcomitê da Conselho Administrativo do Arkansas.

As mudanças da Junta em relação ao Dicamba foram assunto de comentários públicos que terminaram oficialmente no dia 30 de Outubro. Mais de 29 mil comentários foram enviados por e-mail, correio e fax. Trinta e sete indivíduos deram declarações públicas na condição de testemunha nesta quinta-feira (09.11).

No dia 12 de Dezembro, a Junta de Plantas vai receber uma consulta pública e um um encontro da Junta para considerar as mudanças no Ato de Regulações e Controle de Pesticidas do Arkansas, que estão na Lei No. 410. ACA 2-16-402 (b). As regulações propostas esclareceriam a habilidade da Junta de Plantas para requerer informações adicionais sobre um pesticida antes de que seja registrado para uso no estado norte-americano do Arkansas.

A polêmica surgiu porque alguns produtores de cultivos que não são soja e milho demandaram as empresas produtoras e distribuidoras do Dicamba por perdas em suas lavouras, o que levou inclusive ao governo federal a pedir que as empresas envolvidas façam restrições de uso nos rótulos dos produtos.

Fonte:https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito//noticia/arkansas-ratifica-proibicao-do-dicamba_400196.html

Previsão de Vendas de Inoculantes com crescimento de 10% neste ano

Vendas têm crescimento sustentado nos últimos quatro anos



No ano passado, a Associação Nacional dos Produtores e Importadores de Inoculantes (ANPII) teve seu melhor desempenho de vendas dos últimos quatro anos. De 2012 a 2016, o número de doses comercializadas saltou de 22 milhões de doses para mais de 50 milhões de doses de inoculantes.

Para 2017, a associação estima chegar a 55 ou até 60 milhões de doses dos produtos. Estes dados serão confirmados no próximo balanço do setor, que está agendando para ser liberado no segundo semestre do ano que vem.

Para Solon Araújo, consultor da ANPII, apesar das instabilidades do agronegócio brasileiro, o ano está bastante positivo em relação às vendas de inoculantes. O fato reforça o crescimento da adesão aos produtos recentemente. “As pesquisas mostram um aumento médio, em todo o país, de 8% nas lavouras de soja com o uso anual de inoculante”.

Em 2016, o produto mais vendido e que deve seguir sendo o mais vendido é o destinado para a cultura da soja, com 35 milhões de doses líquidas e 11 milhões de doses de inoculante turfoso. Segundo a ANPPI, os dados também revelam uma adequação do produtor às recomendações de aplicação. “Além de ser uma opção mais ágil, a inoculação no sulco tem se mostrado mais produtiva, pois os efeitos negativos dos fungicidas e outros produtos utilizados no tratamento de sementes são minimizados por este sistema de aplicação”, explica Solon.
Outro fator destacado pela associação é o crescimento de inoculantes para gramíneas, que chegou a 4,5 milhões de doses ou um salto de 78% na comparação com 2011. “Ensaios de campo, executados por órgãos de pesquisa, tem demonstrado aumentos médios em torno de oito sacas/ha, tanto em milho como em trigo. Em arroz o resultado tem sido um pouco menor, em torno de cinco sacas, mas ainda assim altamente compensador. O uso deste produto em pastagens é uma excelente ferramenta para recuperar vastas áreas hoje degradadas”, conclui Solon.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/fertilizantes//noticia/vendas-de-inoculantes-devem-crescer-10--em-2017_399896.html
 
Copyright © Fitoxic Agro - Blogger Theme by BloggerThemes & freecsstemplates - Sponsored by Internet Entrepreneur