Novo inoculante é alternativa para tratamento de sementes


A Basf anunciou essa semana o lançamento do inoculante Bomvoro para o tratamento de sementes de soja. A sugestão da fabricante é a associação do produto com o Standak TOP que é uma fungicida/Iinseticida de ação protetora (Piraclostrobina), sistêmico (Metil Tiofanato) e de contato e ingestão (Fipronil).

De acordo com a Basf, o Bomvoro possui uma “tecnologia de ponta, que promove o crescimento da parte aérea e das raízes das plantas, contribui para o aumento da fixação biológica de nitrogênio e deixa as folhas das plantas mais verdes”.

Alexandre Kurosaki, gerente de Marketing Território da Basf, explica que, apesar das estimativas favoráveis, é preciso garantir que a lavoura alcance o máximo de produtividade e cita o Bonvoro como um aliado para o correto tratamento das sementes. “Uma lavoura conduzida com sementes não tratadas pode gerar perdas que variam entre 10 e 40% e está diretamente relacionada às falhas de estande, devido à má germinação e desenvolvimento das plântulas, semeadura deficiente, incidência de pragas e doenças, época de semeadura e condições climáticas”, comenta.

O Bomvoro foi lançado durante o Show Safra BR 163, que transcorreu essa semana na Fundação Rio Verde, em Lucas do Rio Verde, no Mato Grosso. Além disso, a BASF também está destacando outros produtos já conhecidos pelo produtor rural, em especial para o controle da ferrugem asiática na soja, como os fungicidas: Orkestra SC, Ativum, Versatilis e Status.

CULTIVAR

O evento também marca a apresentação do novo cultivar de arroz BRS A501 CL, que foi desenvolvido em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ele é o primeiro que tem tolerância ao herbicida Kifix, sendo indicado para áreas com problemas de plantas daninhas ou, aliado com forrageiras, para recuperar pastagens degradadas.

Fonte: Agrolink

Novo fungicida Fox Xpro

Novo fungicida Fox Xpro é aposta de recuperação da Bayer

Chegará ao mercado no segundo semestre



  
Após resultados pouco significativos, devido a seus estoques elevados de defensivos durante o último ano, a Bayer está esperançosa numa melhora de desempenho este ano com o lançamento do Fox Xpro. O novo fungicida atuará nas culturas de soja e algodão e chegará ao mercado no segundo semestre.

De acordo com a fabricante, o produto combina três ingredientes ativos para melhorar consideravelmente a chance de proteção contra a ferrugem asiática na soja. Jean Zonato, diretor de fungicidas da Bayer para a América Latina, afirma que ainda não há uma expectativa sobre as vendas do produto, mas acredita que ele terá boa aceitabilidade. “Como o Fox Xpro é um produto inovador, esperamos ter uma demanda maior dos produtores por fungicidas na próxima safra”, declarou ele à Agência Bloomberg.

A doença tem se alastrado continuamente e se tornou cada vez mais resistente aos produtos químicos. Andreas Mehl, pesquisador global de fungicidas da Bayer, acredita que tem que haver a colaboração conjunta entre as empresas e os agricultores e alerta para que estes prestem atenção nas orientações de manejo, isso aumenta consideravelmente a chance de combater a ferrugem. “Temos cerca de 40 milhões de hectares de soja na América do Sul, e os esporos não têm passaporte”, disse ele. As altas expectativas para o novo fungicida são baseadas no aumento da capitalização dos produtores, o que significa que as vendas de defensivos agrícolas podem ser bem melhores nesse ano. Zonato alega que empresa está otimista em relação ao mercado e focada em evitar estoques excessivos. “Temos bom potencial para ter um ano melhor, e estamos trabalhando duro para isso”, conclui.

Destaca no Brasil o bioinseticida para o controle da broca-do-café

 

Apresenta controle da praga acima de 80%




A Koppert destaca no Brasil o bioinseticida Boveril, que possui como ingrediente ativo conídios do fungo Beauveria bassiana para o controle da broca-do-café (Hypothenemus hampei). Com formulação de Pó Molhável (WP), o produto ainda é indicado contra Mosca branca (Bemisia tabaci), Broca do café (Hypothenemus hampei), Ácaro-rajado (Tetranychus urticae), Gorgulho do eucalipto (Gonipterus scutellatus) para todas as culturas.

“Trata-se de um bioinseticida de alta eficiência que, quando usado preventivamente, apresenta controle da praga acima de 80%, além de ser seletivo aos inimigos naturais, ou seja, não traz problemas ao meio ambiente, aos animais e à saúde humana. Também é uma excelente opção para realizar o conceito de Manejo Integrado de Pragas [MIP]”, explica Diego Ramos Bicudo, supervisor da Koppert do Brasil.

O fungo Beauveria bassiana germina na superfície do inseto-praga e penetra em seu tegumento, colonizando internamente a broca-do-café. A liberação de toxinas no interior deste inseto reduz sua mobilidade até a morte. Todo o processo ocorre em até 12 dias após a aplicação (por pulverização terrestre ou aérea), dependendo das condições climáticas.

Desde o banimento do inseticida endosulfan no Brasil, ocorrido em julho de 2013, a cafeicultura nacional reclama que ficou sem alternativa eficiente de controle da broca-do-café. “Enquanto o controle químico estava disponível, com endosulfan, resolvia o problema. A partir do momento em que esse produto foi proibido, notamos a ocorrência de muitos danos. Pela eficácia duvidosa, resolvi não usar outros produtos”, lembra Sérgio Roberto Reis, produtor de café na região de Coromandel (MG).
Fonte: https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/noticia/bioinseticida-e-alternativa-sustentavel-no-controle-da-broca-do-cafe_404440.html

Tendências no controle de invasoras

Uma alternativa seria investir em múltiplos herbicidas. 

 



As plantas daninhas estão cada vez mais implacáveis, piorando a cada ano e levando produtores, distribuidores e agrônomos a precisarem encontrar novas formas de controlar pragas resistentes em milho e soja. “Enquanto que o espectro de pragas não mudou em anos recentes, os métodos disponíveis e o nível de dificuldade para controlar essas pragas mudou”, diz Kent Bennis, especialista em desenvolvimento de mercado da Dow AgroSciences.

“Nós estamos vendo muitas tendências, como parte de um programa de herbicidas importante, que estão ajudando a melhorar o retorno do investimento e contra-atacar a pressão das pragas”, acrescenta Bennis.

Para superar as desafiantes pragas em milho e soja, a empresa aponta três diferentes estratégias para combater as pragas nos Estados Unidos, onde o problema de plantas invasora é muito mais grave do que no Brasil. A primeira seria investir em múltiplos herbicidas.

“O momento de aplicar os herbicidas está mudando”, diz Bennis. A sugestão dele é aplicar um pouco depois do plantio em vez de antes, mas isso também depende do espectro da praga e da densidade. Com a crescente resistência, um programa de duas passagens é a melhor forma de manter as pragas pequenas durante a safra.

A segunda é sobrepor herbicidas residuais para controlar pragas como o Amaranthus que germinam durante a safra. “Para prevenir as pragas de tirar a produtividade e o lucro, nós recomendados usar um herbicida de pre-emergência poderoso para mantê-las sob controle facilmente”, diz Bennis.

O Amaranthus continua sendo a principal praga na soja e no milho na América do Norte. Ela é difícil de identificar em fase precoce. O pecíolo é sempre maior que a folha. Uma forma de prevenir na soja é com um espaçamento máximo no plantio de 38 centímetros. Isso permite aos cultivos formar sombras mais rapidamente e reduzir a germinação de plantas daninhas.
 
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