Bula Maestro 800 WG
Geral
Fipronil
8918
Nufarm
Composição
| Fipronil 800 g/kg | Fenilpirazol |
Classificação
Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão
Indicações de Uso
| Batata | Dosagem | Calda | Intervalo | Época Aplic |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aérea | Aplic | Seg | |||
| Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa) |
150 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 15 a 25 dias. | Não determinado. | Realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio sobre os tubérculos com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque). Fazer uma complementação no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após o plantio), cobrindo o produto imediatamente com terra após as aplicações |
| Cana-de-açúcar | Dosagem | Calda | Intervalo | Época Aplic |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aérea | Aplic | Seg | |||
| Broca da cana (Migdolus fryanus) |
500 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar de uma a duas aplicações conforme o nível de insfestação. | Não determinado. | Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) no sulco de plantio sobre os toletes. Em áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementando com a dose de 250 g.p.c./ha aplicado no sulco de plantio sobre os toletes |
| Broca do colmo (Diatraea saccharalis) |
500 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) |
| Cupim (Heterotermes tenuis) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) |
| Cupim (Cornitermes cumulans) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) |
| Cupim (Neocapritermes opacus) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) |
| Cupim (Procornitermes triacifer) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio sobre os toletes com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) |
| Cana-de-açúcar (soqueira) | Dosagem | Calda | Intervalo | Época Aplic |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aérea | Aplic | Seg | |||
| Cupim (Heterotermes tenuis) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Para controle de cupins, realizar as aplicações com pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura |
| Cupim (Cornitermes cumulans) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Para controle de cupins, realizar as aplicações com pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura |
| Cupim (Neocapritermes opacus) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Para controle de cupins, realizar as aplicações com pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura |
| Cupim (Procornitermes triacifer) |
200 a 250 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Para controle de cupins, realizar as aplicações com pulverizadores adaptados para tal função, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura |
| Milho | Dosagem | Calda | Intervalo | Época Aplic |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aérea | Aplic | Seg | |||
| Larva pão de galinha (Diloboderus abderus) |
100 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Proceder a aplicação preventivamente em jato dirigido na linha de plantio no momento da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra |
| Vaquinha verde amarela (Diabrotica speciosa) |
100 g p.c./ha | 150 a 300 L de calda/ha | - | Realizar uma aplicação. | Não determinado. | Proceder a aplicação preventivamente em jato dirigido na linha de plantio no momento da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque), cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra |
| Soja | Dosagem | Calda | Intervalo | Época Aplic |
||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Terrestre | Aérea | Aplic | Seg | |||
| Tamanduá da soja (Sternechus subsignatus) |
40 g p.c./ha | 100 a 200 L de calda/ha | - | Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 dias. | Não determinado. | Fazer as aplicações em pulverização foliar com equipamento dotado de bico de jato cônico, assim que for constatada a presença de adultos do inseto na área. Repetir em caso de necessidade até que a cultura atinja a idade entre 35 e 40 dias, quando a cultura deixa de ser alvo do ataque desta praga |
Tecnologia de Aplicação
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados ou manual (costal), adaptados com bico de jato
leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por
hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
SOJA - APLICAÇÃO FOLIAR
Para aplicação terrestre tratorizada: Utilizar equipamentos em boas condições de uso, que garantam
uniformidade adequada das gotas, dotados de bicos de jato cônico vazio, dispostos na barra de aplicação de
modo que a distância entre os bicos permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas
ou excesso.
Pressão: 80-100 psi para equipamentos tratorizados.
Diâmetro de gotas: 110 a 150 micra.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm².
BATATA - APLICAÇÃO NO SOLO
Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de
plantio, tratorizado ou manual (costal) dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série
02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima dos alvos.
CANA-DE-AÇÚCAR - APLICAÇÃO NO SOLO
Cana-planta (plantios novos): Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade
adequada do produto no sulco de plantio. Dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da
série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvo.
Cana-soca (soqueira): Utilizar pulverizador em boas condições de uso, que garantam uniformidade adequada
das gotas, dotado com bicos tipo de jato cônico cheio para aplicação na superfície do solo.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 15 e 25 psi. Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 cm
acima do alvo.
MILHO - APLICAÇÃO NO SOLO
Realizar a pulverização na linha de plantio utilizando-se pulverizadores que garantam uniformidade adequada do
produto, dotado com bicos tipo jato plano (leque) fixados nas linhas de plantio da semeadora.
Pressão de trabalho: entre 15 e 30 psi.
Tamanho de gotas: DMV acima de 480 µm.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm²
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
·Temperatura: máxima 30ºC
·Umidade relativa do ar: mínima 55%
·Velocidade do vento: 3 a 10 km/hora
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou
técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o
departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Batata (Solo) (1)
Cana-de-açúcar (Solo) (1)
Milho (Solo) (1)
Soja (Foliar) 60 dias
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego no solo
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite
entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental
impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão
ativado, óculos protetores.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há, desde que siga as recomendações de uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MAA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTO
IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MAA)
O produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados ou manual (costal), adaptados com bico de jato
leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por
hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.
EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
SOJA - APLICAÇÃO FOLIAR
Para aplicação terrestre tratorizada: Utilizar equipamentos em boas condições de uso, que garantam
uniformidade adequada das gotas, dotados de bicos de jato cônico vazio, dispostos na barra de aplicação de
modo que a distância entre os bicos permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas
ou excesso.
Pressão: 80-100 psi para equipamentos tratorizados.
Diâmetro de gotas: 110 a 150 micra.
Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm².
BATATA - APLICAÇÃO NO SOLO
Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade adequada do produto no sulco de
plantio, tratorizado ou manual (costal) dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da série
02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima dos alvos.
CANA-DE-AÇÚCAR - APLICAÇÃO NO SOLO
Cana-planta (plantios novos): Utilizar pulverizadores específicos para aplicação, que garantam uniformidade
adequada do produto no sulco de plantio. Dotados com bicos tipo jato plano (leque) com ângulos 80 ou 110, da
série 02 ou 04.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 40 e 60 psi.
Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 a 50 cm acima do alvo.
Cana-soca (soqueira): Utilizar pulverizador em boas condições de uso, que garantam uniformidade adequada
das gotas, dotado com bicos tipo de jato cônico cheio para aplicação na superfície do solo.
Velocidade de aplicação: 6-8 km/h.
Pressão de trabalho: entre 15 e 25 psi. Os bicos de pulverização deverão estar sempre aproximadamente 30 cm
acima do alvo.
MILHO - APLICAÇÃO NO SOLO
Realizar a pulverização na linha de plantio utilizando-se pulverizadores que garantam uniformidade adequada do
produto, dotado com bicos tipo jato plano (leque) fixados nas linhas de plantio da semeadora.
Pressão de trabalho: entre 15 e 30 psi.
Tamanho de gotas: DMV acima de 480 µm.
Densidade de gotas: mínimo de 20 gotas/cm²
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
·Temperatura: máxima 30ºC
·Umidade relativa do ar: mínima 55%
·Velocidade do vento: 3 a 10 km/hora
Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e
outras fontes d'água, criações e áreas de preservação ambiental.
As condições de aplicação poderão ser alteradas de acordo com as instruções do Engenheiro Agrônomo ou
técnico responsável, mediante uso de tecnologia adequada.
Em caso de dúvidas, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar empresa aplicadora ou o
departamento técnico da NUFARM INDÚSTRIA QUÍMICA E FARMACÊUTICA S/A.
Consulte sempre um engenheiro agrônomo ou representante da empresa.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Culturas Intervalo de Segurança
Batata (Solo) (1)
Cana-de-açúcar (Solo) (1)
Milho (Solo) (1)
Soja (Foliar) 60 dias
(1) Não determinado devido à modalidade de emprego no solo
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastado da área de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Caso necessite
entrar na área tratada antes de 24 horas ou se as partes tratadas estiverem úmidas, use macacão e avental
impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão
ativado, óculos protetores.
LIMITAÇÕES DE USO:
Não há, desde que siga as recomendações de uso do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE,
RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MAA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTO
IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MAA)
Precauções quanto à Saúde Humana
De acordo com as recomendações
aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao Meio Ambiente
De acordo com as recomendações
aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo Integrado
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de
Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.
Manejo de Resistência
INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Maestro 800 WG pertence ao grupo 2B (Antagonistas de canais de cloro mediados pelo
GABA - Fenilpirazóis) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Maestro 800 WG como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
? Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 2B. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
? Usar Maestro 800 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
? Aplicações sucessivas de Maestro 800 WG podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
? Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do Maestro 800 WG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos Antagonistas de canais de cloro mediados pelo GABA – Fenilpirazóis não deve exceder
50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
? Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Maestro 800 WG ou outros produtos do Grupo
2B quando for necessário;
? Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
? Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
? Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Maestro 800 WG pertence ao grupo 2B (Antagonistas de canais de cloro mediados pelo
GABA - Fenilpirazóis) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o
risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do Maestro 800 WG como uma ferramenta útil de manejo de pragas
agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da
resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
? Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 2B. Sempre rotacionar com produtos de
mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
? Usar Maestro 800 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de
aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
? Aplicações sucessivas de Maestro 800 WG podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
? Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do Maestro 800 WG, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico dos Antagonistas de canais de cloro mediados pelo GABA – Fenilpirazóis não deve exceder
50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
? Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Maestro 800 WG ou outros produtos do Grupo
2B quando for necessário;
? Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
? Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
? Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais
para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
? Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o
IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(www.agricultura.gov.br).



