Trifluralina Gold Nortox obtém resultados superiores na cana-de-açúcar

 

A formulação perdeu 25% menos ingredientes ativos do que as concorrentes 





Uma pesquisa indicou que a Trifluralina Gold Nortox tem eficiência superior às demais formulações de Trifluralina encontradas no mercado com concentração de 600 g/L. O estudo foi realizado na Universidade Estadual Paulista (Unesp Jaboticabal) e conduzido pelos professores Edivaldo Velini e Caio Carbonari.

Quando as formulações dos produtos utilizados para a cana-de-açúcar foram submetidas a perda por volatilização e fotodegradação, a Gold Nortox perdeu cerca de 25% menos ingredientes ativos do que os concorrentes analisados. Após os resultados obtidos em laboratório, foram realizados testes em campo em parceria com o pesquisador Marcelo Nicolai, na Agrocon, em Santa Bárbara do Oeste, São Paulo, que comprovaram a eficiência do produto, quando utilizado na mesma dose comercial que os concorrentes, seja em PPI, PP e PQL.

Além disso, a Trifluralina Gold teve um bom desempenho mesmo quando aplicado sobre a palhada de cana-de-açúcar em pré-emergência total e até pós-emergência quando a planta está no estágio onde tem três a quatro folhas. Guilherme Acquarole, Gerente de Marketing da Nortox, afirma que os resultados positivos são em grande parte porque a empresa tem um grande conhecimento sobre a molécula de Trifluralina, já que a sintetiza desde 1972.

“Foi o primeiro herbicida que a empresa sintetizou no Brasil e continua investindo maciçamente na molécula, pois no cenário atual de plantas daninhas de difícil controle ela se tornou novamente uma ferramenta importantíssima e totalmente atual para várias culturas, dentre elas cana-de-açúcar, soja e algodão”, destaca.

Conforme explica o Gerente Nacional de Vendas Sul da Nortox, Leonardo Araújo, a molécula de Trifluralina é indispensável para a cana-de-açúcar porque é versátil, segura, seletiva e extremamente eficiente no controle de gramíneas, que é um problema crescente nessa cultura. Os resultados da pesquisa foram apresentados no Centro de Eventos do Ribeirão Shopping Nortox na 17º Herbishow, entre os dias 16 e 17 de maio na cidade paulista de Ribeirão Preto.

Pesquisa busca novas fontes de resistência à ferrugem asiática

Grupo pretende descobrir genética para aumentar sistema imunológico




Uma das principais doenças da soja no Brasil, a ferrugem asiática provoca a cada ano mais preocupações em função da resistência que o fungo Phakopsora pachyrhizi está desenvolvendo aos defensivos existentes. Em função disso, uma pesquisa da Monsanto e Fundação 2Blades pretende descobrir novas fontes de resistência genética na natureza para transferir à soja.

Pelo acordo firmado, a 2Blades entregará genes de resistência em colaboração com o The Sainsbury Laboratory – que é o principal instituto global de pesquisa sobre interações planta-patógeno. Também integra o grupo de trabalho a Universidade Federal de Viçosa (UFV).

“A ferrugem asiática da soja é uma doença difícil e cara que pode devastar as colheitas dos agricultores. Os atuais tratamentos com fungicidas podem fornecer algum controle, mas os agricultores precisam de mais ferramentas – e a pesquisa da 2Blades poderia ajudar a fornecer uma solução durável como parte de um sistema integrado de gerenciamento de pragas”, disse Jeremy Williams, líder em biotecnologia e inovação em produtividade da Monsanto.

O Grupo 2Blades atua procurando descobrir novas fontes de resistência a doenças na natureza para transferir essa genética para as principais culturas de interesse comercial e de segurança alimentar. “A colaboração com a indústria é vital para assegurar que novas descobertas feitas no laboratório possam levar a inovações que evitem perdas de colheitas causadas por doenças de plantas”, explica Peter van Esse, líder do 2Blades.

O professor Sérgio H. Brommonschenkel, da UFV, acrescenta que “o manejo da ferrugem da soja requer a integração de diferentes abordagens, incluindo resistência a doenças. Essa colaboração nos permitirá usar tecnologias de ponta para acelerar a identificação de novos genes de resistência que podem ser usados para fornecer soluções mais sustentáveis para os produtores de soja, reduzindo o impacto ambiental e econômico da ferrugem asiática da soja”.
Fonte:Agrolinkfito

Chineses criam herbicida sensível à luz

O herbicida tem boa adesão na superfície das folhas das ervas daninhas


                                                      

Uma equipe de pesquisa liderada por Wu Zhengyan do Hefei Institutes of Physical Science (HIPS) da Academia Chinesa de Ciências, desenvolveu um novo herbicida sensível a luz. Segundo os cientistas o produto deve ser amplamente utilizado devido à sua alta eficiência e baixo custo.

Os pesquisadores chegaram a este defensivo a partir do desenvolvimento de uma “partícula de herbicida de liberação controlado com luz controlada (LCHP). Ela permite que a liberação do herbicida dependa exclusivamente da radiação UV-Vis, o que difere dos pesticidas de liberação controlada (CRP) que vinham sendo desenvolvidos até então e funcionavam a partir do PH e da temperatura.

O estudo apontou algumas vantagens que o LCHP tem em relação ao CRP, a principal delas é que o segundo age de forma negativa no crescimento do vegetal, já que pode fazer uso de uma solução ácida ou alcalina. Outro ponto importante que o LCHP sai ganhando é em relação ao custo, o CRP é mais sensível a temperatura e exige um alto consumo de energia em consequência disso.

Também foi comprovado nos testes que o herbicida de luz controlada tem um bom desempenho de adesão na superfície das folhas das ervas daninhas, diminuindo a quantidade de defensivo que eventualmente escorre para o solo. Além de ser bastante efetiva, essa tecnologia agride menos o meio ambiente do que o CRP, já que o impacto da liberação dos íons de LCHP na água foi muito pequeno.

O desenvolvimento da pesquisa foi apoiado pela Fundação Nacional de Ciências Naturais da China, Associação de Promoção da Inovação da Juventude da Academia Chinesa de Ciências, os Programas de Serviços de Ciência e Tecnologia da Academia Chinesa de Ciências e pelo Projeto de Ciência e Tecnologia da Província de Anhui.
Fonte: https://www.agrolink.com.br/agrolinkfito/noticia/chineses-criam-herbicida-sensivel-a-luz_407044.html

Controle da mosca-branca ganha alternativa

Primeiro à base de acetamiprido vendido na formulação líquida




A multinacional de origem australiana Nufarm prepara o lançamento nos próximos dias do inseticida Compact. De acordo com Alexandre Manzini, engenheiro agrônomo e gerente de produtos da empresa, é o primeiro (e até agora único) inseticida do mercado brasileiro formulado à base do ingrediente ativo acetamiprido a ser comercializado na formulação líquida.

Segundo informações da fabricante, o produto possui recomendação para diferentes culturas, entre elas a soja, o milho, o algodão, a batata, o feijão, o melão, a melancia, o tomate e o trigo. “Trata-se de um inseticida altamente eficaz no controle de insetos adultos da mosca-branca (Bemisia tabaci raça B)”, ressalta Manzini.

De acordo com o gerente de produtos da empresa australiana, o lançamento do Compact complementa o portfólio de soluções da Nufarm para o manejo da mosca-branca. Isso porque ele pode ser associado ao inseticida Epingle (piriproxifem), que é indicado para o controle de ovos e ninfas dessa praga.

Manzini acrescenta ainda que este novo inseticida tem o poder de controlar também outras pragas altamente danosas às culturas agrícolas, como o pulgão do algodoeiro (Aphis gossypii), o Pulgão verde (Myzus persicae) na batata, o Pulgão (Rhopalosiphum maidis) no milho, o Tripes (Frankliniella schultzei) no tomate e o Pulgão das folhas (Metopolophium dirhodum) no trigo.

O gerente da Nufarm enfatiza que, nos testes e pesquisas realizados na fase pré-lançamento, o Compact mostrou desempenho superior sobre diferentes insetos-alvo. “O produto é mais uma ferramenta estratégica para o manejo de resistência de insetos a inseticidas em linha no Brasil”, resume o executivo.

Europa proíbe pesticida responsável por exterminar abelhas

 

Ligado à morte de centenas de abelhas



 
A União Europeia decidiu na sexta-feira (27.04) pela proibição de uma linha de pesticidas denominada neonicotinoides, que era amplamente utilizada no controle de pragas e foi responsabilizada pela morte de centenas de abelhas. A decisão foi apoiada pela maioria dos Estados membros, que representam cerca de 65% da população em pelo menos 16 diferentes países.

De acordo com uma declaração feita pela UE, foram proibidos os três diferentes tipos de neonicotinoides, sendo o imidacloprida, clotianidina e tiametoxam. Em entrevista ao jornal The Guardian, o comissário europeu para saúde e segurança alimentar, Vytenis Andriukaitis, afirmou que essa é uma regulamentação que se baseia em uma série de pesquisas que comprovaram a periculosidade do agroquímico para as abelhas. "A saúde das abelhas continua sendo de extrema importância para mim, uma vez que diz respeito à biodiversidade, à produção de alimentos e ao meio ambiente", destaca.

Com a nova regulamentação, os pesticidas dessa linha serão permitidos apenas para o cultivo em estufas permanentes e que não abriguem abelhas. Para Martin Dermine, da Rede Europeia de Ação contra Pesticidas, essa é foi uma votação histórica e que abriu possibilidades para práticas sustentáveis de produção. "A maioria dos países membros deu um sinal claro de que nossa agricultura precisa de transição", pontua ele.

A UE já havia imposto restrições aos três produtos em 2013, porém a Syngenta e a Bayer, que estão entre as maiores empresas do setor químico, haviam apelado da decisão que ainda está em andamento no tribunal europeu. A nova regra começará a valer oficialmente daqui a seis meses, antes mesmo do final de 2018.
 
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